Diário de Bordo Valência - Dénia | Altea | Benidorm
Buenas noches,
Cá estamos mais uma vez para um Diário de Bordo que já não é bem Diário de Bordo.
No 5º dia da nossa viagem de final de ano, pegamos no carro e tínhamos o objetivo de chegar a Benidorm. O meu Pai queria ir lá recordar as suas férias de quando era novo. Na verdade, estava curioso para saber o quão aquilo tinha mudado. Tal como fizemos em Junho ao passar por Lloret del Mar, o que foi um fiasco porque aquilo já quase não tem praia. Continuando, o senhor do Workshop de Paella tinha-nos dito que Benidorm não tinha grande interesse, no entanto, disse também que no caminho até lá existiam umas terrinhas que valia a pena visitar: Xábia, Dénia e Altea. Optámos por visitar as duas últimas porque, infelizmente, as férias não duram para sempre. A ida a Benidorm ficou em standby todo o dia pois não sabíamos se íamos ter tempo e se ir até lá faria com que ultrapassássemos por muito os 300 km diários que podíamos fazer sem pagar extras. Mas sim, pelo título já deu para perceber que conseguimos lá ir. Passámos um nadinha os 300 km, fizemos cerca de 310, mas não houve qualquer problema.

Deste dia não tenho assim nada de muito especial para contar. Tanto Dénia como Altea são localidades pequeninas mas giras. Dénia sempre é um bocadinho maiorizita. Na verdade, quando lá cheguei fiquei um pouco desiludida porque parecia não haver nada de interessante. No entanto, fomos até ao turismo, pedimos um mapa e alguns conselhos. A zona dos pescadores é engraçada, tem bastantes restaurantes e casinhas que, embora um pouco degradadas têm o seu estilo. Visitámos também o castelo que tem umas boas vistas, passeámos e almoçámos pelo centro histórico.

Atenção que todas estas coisas são muito perto uma das outras. Tanto na zona dos pescadores como no centro histórico têm imensos restaurantes por onde escolher. Muitos deles têm uns menus de €15/€20. Bem, muitos estavam cheios, outros não tinham grande avaliação no Google e, acabamos por entrar num que não foi de todo a nossa primeira opção, a Taberna Sevillana. No fim de contas comemos bem e bastante, por um preço acessível. Os funcionários eram simpáticos. Os menus incluíam 4 entradas - salada russa, mexilhões, calamares, croquetas - prato principal - pode ser um arroz (neste caso tem de ser para duas pessoas, a minha mãe e eu pedimos o arroz negro) ou outros pratos de carne/peixe - e sobremesa ou café. Não chegou a €20 por pessoa.

A seguir ao almoço, que já não era muito cedo, diria para aí 15h30, demos um pequeno passeio, pegamos no carro e rumamos a Altea. Uma localidade bem pequenina, que me fez lembrar as ilhas Gregas mas ao mesmo tempo Alberobello. Tem apenas um centrinho fofinho, umas boas vistas para o mar e umas lojas com coisas giras.
Já não sei muito bem que horas seriam, quando decidimos voltar ao carro. O meu Pai olha para o relógio, olha para os km e decide que vamos até Benidorm. Chegamos lá e ainda apanhamos um bocadinho do anoitecer. Apesar de uma envolvência horrorosa, com prédios altos e feios, aquilo tem uma praia que me pareceu deliciosa. Com uma bela vista bebemos um Mojito/ Sumos de Laranja. Benidorm tem também um centro histórico mas já não tínhamos tempo de dar um passeio por lá, tínhamos ainda 1h30 de viagem e e a entrega do carro era de às 21h em Valência.
Bem, virá ainda mais um Diário de Bordo sobre os nossos dois últimos dias que foram passados no centro histórico de Valência.

Um beijo,
Káká



